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	<title>Comentários sobre codificando.com</title>
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	<description>Desenvolvimento de Software com qualidade</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 17:22:14 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário para O Ventilador e o Pirulito por Emerson Macedo</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/23/o-ventilador-e-o-pirulito/#comment-97</link>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 17:30:24 +0000</pubDate>
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		<description>@Eduardo Nogueira
Oi Eduardo, é pertinente o seu comentário. O fato é que o ventilador foi mais simples e resolveu o problema. Posteriormente, pode-se verificar algum tipo de ventoinha mais econômica talvez, visando resolver o problema da energia elétrica.

O ponto principal é que geralmente se busca soluções tecnológicas avançadas onde não existe necessidade pra tal. No caso específico do ventilador, poderia ser aperfeiçoado para algo afixado e mais econômico, usando o princícpio de Baby Steps (procure no google). Gastaram apenas 20 dólares para encontrar a solução (que pode e deve ser aperfeiçoada), ao invés de gastar uma grana com uma coisa que nem sabem direito se vai atender. É o que fazemos muitas vezes com software. Implementamos tudo de uma vez só, ao invés de ir fazendo aos poucos e vendo o que dá certo (prova disso é a engenhoca da ferrari).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Eduardo Nogueira<br />
Oi Eduardo, é pertinente o seu comentário. O fato é que o ventilador foi mais simples e resolveu o problema. Posteriormente, pode-se verificar algum tipo de ventoinha mais econômica talvez, visando resolver o problema da energia elétrica.</p>
<p>O ponto principal é que geralmente se busca soluções tecnológicas avançadas onde não existe necessidade pra tal. No caso específico do ventilador, poderia ser aperfeiçoado para algo afixado e mais econômico, usando o princícpio de Baby Steps (procure no google). Gastaram apenas 20 dólares para encontrar a solução (que pode e deve ser aperfeiçoada), ao invés de gastar uma grana com uma coisa que nem sabem direito se vai atender. É o que fazemos muitas vezes com software. Implementamos tudo de uma vez só, ao invés de ir fazendo aos poucos e vendo o que dá certo (prova disso é a engenhoca da ferrari).</p>
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	<item>
		<title>Comentário para O Ventilador e o Pirulito por Eduardo Nogueira</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/23/o-ventilador-e-o-pirulito/#comment-95</link>
		<dc:creator>Eduardo Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:58:41 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas complementando, com relação à Ferrari : manejar o tal "pirulito" envolve uma série de circunstâncias e habilidades, certamente muito difícies, no momento, de serem transferidas para o mundo eletrônico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas complementando, com relação à Ferrari : manejar o tal &#8220;pirulito&#8221; envolve uma série de circunstâncias e habilidades, certamente muito difícies, no momento, de serem transferidas para o mundo eletrônico.</p>
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		<title>Comentário para O Ventilador e o Pirulito por Eduardo Nogueira</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/23/o-ventilador-e-o-pirulito/#comment-94</link>
		<dc:creator>Eduardo Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:56:03 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo em partes. Se vc olhar com atencao, esta "solucao" de 20 dólares pode não ser a mais adequada. OK. De repente pode-se colocar no lugar um outro tipo de ventoinha, que faça o mesmo trabalho mas acenda uma luz, por exemplo, a cada vez que uma caixa fosse rejeitada. Entretanto, colocar um sensor que acuse a presença ou não de pasta de dente na caixa, à longo prazo, teria um custo bem menor. Apenas a economia em matéria de energia elétrica já pagaria o dispositivo. Isso sem contar que alguém tem que ir lá e ligar e desligar o tal ventilador. Numa parada da máquina, eu duvido que alguém vá desligar. Faça as contas, não num mês, mas em um ano, e veja o quanto este ventilador iria custar em termos de energia elétrica. Soluções simples são ótimas, é claro, mas muitas delas podem ser aperfeiçoadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo em partes. Se vc olhar com atencao, esta &#8220;solucao&#8221; de 20 dólares pode não ser a mais adequada. OK. De repente pode-se colocar no lugar um outro tipo de ventoinha, que faça o mesmo trabalho mas acenda uma luz, por exemplo, a cada vez que uma caixa fosse rejeitada. Entretanto, colocar um sensor que acuse a presença ou não de pasta de dente na caixa, à longo prazo, teria um custo bem menor. Apenas a economia em matéria de energia elétrica já pagaria o dispositivo. Isso sem contar que alguém tem que ir lá e ligar e desligar o tal ventilador. Numa parada da máquina, eu duvido que alguém vá desligar. Faça as contas, não num mês, mas em um ano, e veja o quanto este ventilador iria custar em termos de energia elétrica. Soluções simples são ótimas, é claro, mas muitas delas podem ser aperfeiçoadas.</p>
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	<item>
		<title>Comentário para Artigo na Revista Visão Ágil edição 5 por Bruno Pereira</title>
		<link>http://codificando.com/2008/11/04/artigo-na-revista-visao-agil-edicao-5/#comment-89</link>
		<dc:creator>Bruno Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 15:48:57 +0000</pubDate>
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		<description>Ficou bem legal o artigo, parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ficou bem legal o artigo, parabéns!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Quem ama bloqueia por Emerson Macedo</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/27/quem-ama-bloqueia/#comment-88</link>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 10:45:57 +0000</pubDate>
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		<description>Fala Marcio,

Eu concordo com exatamente tudo o que voce disse (poderia ate dar um POST o que voce escreveu). Grande parte da culpa e nossa mesmo. Enquanto eu continuar ouvindo de pessoas proximas a mim que querem fazer concurso pra arrumar um "emprego" que nao precise trabalhar, vai ser dificil.

PS: Claro que lembro de vc sim :) 

Ah, e me perdoe os acentos. Ainda nao sei como colocalos no Mac :(

[]s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Marcio,</p>
<p>Eu concordo com exatamente tudo o que voce disse (poderia ate dar um POST o que voce escreveu). Grande parte da culpa e nossa mesmo. Enquanto eu continuar ouvindo de pessoas proximas a mim que querem fazer concurso pra arrumar um &#8220;emprego&#8221; que nao precise trabalhar, vai ser dificil.</p>
<p>PS: Claro que lembro de vc sim <img src='http://codificando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah, e me perdoe os acentos. Ainda nao sei como colocalos no Mac <img src='http://codificando.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>[]s</p>
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	<item>
		<title>Comentário para Quem ama bloqueia por Marcio Tavares</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/27/quem-ama-bloqueia/#comment-87</link>
		<dc:creator>Marcio Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 03:23:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=30#comment-87</guid>
		<description>Fala Emerson, não sei se vai lembrar de mim, mas trabalhava lá no Bradesco pela Stefanini (mas não era alocado). Trabalho ainda né...
Enfim, acho que as últimas frases do seu post definem bem a verdade sobre essas situações de abuso: se o cara não quiser trabalhar, não vai, não importa o que a empresa faça. Na verdade, esses comportamentos podem ser detectados na hora da entrevista, existem técnicas pra isso, mas realmente se a empresa que não quiser se preocupar com isso precisa procurar pessoas com postura profissional íntegra. E é aí que mora o perigo. Já vi, por exemplo, pessoas que ficavam se questionando porque não existe aqui no Brasil um ambiente de trabalho como o do Google, ou da Microsoft. A resposta é simples: o brasileiro em geral é malandro e a maioria esmagadora das pessoas iriam se aproveitar das "coisas boas" da empresa. Iriam ficar jogando video-game, batendo papo, dormindo... e trabalhar que é bom, necas.
Há um bom tempo atrás eu trabalhei em uma empresa ali no Teleporto, que a "base" era meio européia, meio americana. Era uma multinacional e toda a cultura da empresa foi "herdada" de fora. Lá era TUDO liberado: horário, roupas, internet, IM... era bem aquele esquema de que ninguém quer saber o que você está fazendo, o que importa é que a sua tarefa seja encerrada no prazo combinado. A "educação" lá também era bem rígida, mas de uma forma boa: não podia falar alto no escritório, celulares no vibrador... coisas pra manter a concentração das pessoas. Eu considero isso o ideal em um ambiente de trabalho moderno, só que aí aparece o brasileiro no meio... A primeira coisa que cortaram foi o horário. E por um motivo simples e estúpido: começaram a perceber que algumas pessoas que chegavam meio-dia estavam saindo às 18 ou 19 horas e no final do mês logavam 8h/dia no sistema de timesheet, todos os dias. Não descontavam nada. E não eram poucas as pessoas que faziam isso. Depois, cortaram o IM (lá se usava muito MSN e ICQ). E cortaram porque algumas pessoas ficavam O DIA INTEIRO no bate-papo e acabavam atrasando suas tarefas. Tinha até um rapaz lá que falavam que tinha o alt+tab mais rápido do velho oeste, porque sempre que uma das chefes ia chegando perto ele mandava um alt+tab no MSN, mas isso não adiantava muito. Enfim, não vou me estender muito também, mas a idéia é que tínhamos TUDO nas mãos, o ambiente ideal, mas jogamos na privada e demos descarga. E isso só aconteceu por causa da nossa cultura de malandragem, de fazer tudo devagar, deixar pra depois, achar que ninguém tá vendo... Eu trabalhei em MUITOS lugares onde as pessoas eram assim. E infelizmente essas pessoas representam a parte maior (bem maior) da população.
Às vezes eu leio coisas sobre metodologias ágeis e fico me questionando sobre qual é a preocupação que os autores têm sobre o comportamento dos funcionários. Esse assunto é praticamente inexistente na literatura sobre métodos ágeis (ou pelo menos até hoje eu não li nada a respeito) e isso acontece dessa forma porque, creio eu, não foi originado aqui no Brasil, e sim em uma cultura muito mais responsável do que a nossa, que na verdade não precisa muito se preocupar com isso, porque as pessoas crescem com responsabilidade no sangue. Isso na minha opinião vai representar um grande obstáculo para a adoção em massa de métodos ágeis aqui no Brasil, já que muita gente vai ter que sair da zona de conforto e dar a cara à tapa pra trabalhar de verdade. Aí vão aparecer as deturpações de metodologias, que na verdade já estão acontecendo.
Não estou dizendo que as empresas estão certas em bloquear tudo, nem acho que isso é correto, pelo contrário. Só que existe um meio-termo nessa história. Como você bem deu a entender, as empresas não são as únicas culpadas por isso. Os funcionários também têm grande parcela de culpa nessa história. Como eu costumo dizer, se estão te tratando como criança, é porque provavelmente você se comportou como criança. Nada é de graça.
Bom, é isso, acho que me empolguei... hehehe. Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Emerson, não sei se vai lembrar de mim, mas trabalhava lá no Bradesco pela Stefanini (mas não era alocado). Trabalho ainda né&#8230;<br />
Enfim, acho que as últimas frases do seu post definem bem a verdade sobre essas situações de abuso: se o cara não quiser trabalhar, não vai, não importa o que a empresa faça. Na verdade, esses comportamentos podem ser detectados na hora da entrevista, existem técnicas pra isso, mas realmente se a empresa que não quiser se preocupar com isso precisa procurar pessoas com postura profissional íntegra. E é aí que mora o perigo. Já vi, por exemplo, pessoas que ficavam se questionando porque não existe aqui no Brasil um ambiente de trabalho como o do Google, ou da Microsoft. A resposta é simples: o brasileiro em geral é malandro e a maioria esmagadora das pessoas iriam se aproveitar das &#8220;coisas boas&#8221; da empresa. Iriam ficar jogando video-game, batendo papo, dormindo&#8230; e trabalhar que é bom, necas.<br />
Há um bom tempo atrás eu trabalhei em uma empresa ali no Teleporto, que a &#8220;base&#8221; era meio européia, meio americana. Era uma multinacional e toda a cultura da empresa foi &#8220;herdada&#8221; de fora. Lá era TUDO liberado: horário, roupas, internet, IM&#8230; era bem aquele esquema de que ninguém quer saber o que você está fazendo, o que importa é que a sua tarefa seja encerrada no prazo combinado. A &#8220;educação&#8221; lá também era bem rígida, mas de uma forma boa: não podia falar alto no escritório, celulares no vibrador&#8230; coisas pra manter a concentração das pessoas. Eu considero isso o ideal em um ambiente de trabalho moderno, só que aí aparece o brasileiro no meio&#8230; A primeira coisa que cortaram foi o horário. E por um motivo simples e estúpido: começaram a perceber que algumas pessoas que chegavam meio-dia estavam saindo às 18 ou 19 horas e no final do mês logavam 8h/dia no sistema de timesheet, todos os dias. Não descontavam nada. E não eram poucas as pessoas que faziam isso. Depois, cortaram o IM (lá se usava muito MSN e ICQ). E cortaram porque algumas pessoas ficavam O DIA INTEIRO no bate-papo e acabavam atrasando suas tarefas. Tinha até um rapaz lá que falavam que tinha o alt+tab mais rápido do velho oeste, porque sempre que uma das chefes ia chegando perto ele mandava um alt+tab no MSN, mas isso não adiantava muito. Enfim, não vou me estender muito também, mas a idéia é que tínhamos TUDO nas mãos, o ambiente ideal, mas jogamos na privada e demos descarga. E isso só aconteceu por causa da nossa cultura de malandragem, de fazer tudo devagar, deixar pra depois, achar que ninguém tá vendo&#8230; Eu trabalhei em MUITOS lugares onde as pessoas eram assim. E infelizmente essas pessoas representam a parte maior (bem maior) da população.<br />
Às vezes eu leio coisas sobre metodologias ágeis e fico me questionando sobre qual é a preocupação que os autores têm sobre o comportamento dos funcionários. Esse assunto é praticamente inexistente na literatura sobre métodos ágeis (ou pelo menos até hoje eu não li nada a respeito) e isso acontece dessa forma porque, creio eu, não foi originado aqui no Brasil, e sim em uma cultura muito mais responsável do que a nossa, que na verdade não precisa muito se preocupar com isso, porque as pessoas crescem com responsabilidade no sangue. Isso na minha opinião vai representar um grande obstáculo para a adoção em massa de métodos ágeis aqui no Brasil, já que muita gente vai ter que sair da zona de conforto e dar a cara à tapa pra trabalhar de verdade. Aí vão aparecer as deturpações de metodologias, que na verdade já estão acontecendo.<br />
Não estou dizendo que as empresas estão certas em bloquear tudo, nem acho que isso é correto, pelo contrário. Só que existe um meio-termo nessa história. Como você bem deu a entender, as empresas não são as únicas culpadas por isso. Os funcionários também têm grande parcela de culpa nessa história. Como eu costumo dizer, se estão te tratando como criança, é porque provavelmente você se comportou como criança. Nada é de graça.<br />
Bom, é isso, acho que me empolguei&#8230; hehehe. Grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Mudança de rumo por letras de</title>
		<link>http://codificando.com/2008/07/16/mudanca-de-rumo/#comment-86</link>
		<dc:creator>letras de</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 16:43:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=29#comment-86</guid>
		<description>Sorte ai em sua nova jornada..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sorte ai em sua nova jornada..</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Quem ama bloqueia por Leandro Silva</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/27/quem-ama-bloqueia/#comment-85</link>
		<dc:creator>Leandro Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 11:54:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=30#comment-85</guid>
		<description>Essas empresas bloqueadoras estão por toda parte! Cruz, credo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essas empresas bloqueadoras estão por toda parte! Cruz, credo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Quem ama bloqueia por Emerson Macedo</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/27/quem-ama-bloqueia/#comment-84</link>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 12:00:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=30#comment-84</guid>
		<description>@andre
Isso realmente acontece aos montes. Mas aqui na globo.com, onde é tudo liberado, todos produzem muito bem mesmo assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@andre<br />
Isso realmente acontece aos montes. Mas aqui na globo.com, onde é tudo liberado, todos produzem muito bem mesmo assim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Quem ama bloqueia por André Faria Gomes</title>
		<link>http://codificando.com/2008/10/27/quem-ama-bloqueia/#comment-83</link>
		<dc:creator>André Faria Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 01:57:40 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é cara, já tive uma experiência parecida.
Começamos a bloqueando o orkut porque tinha "um cara" que saia de lá, então ele começou a usar msn, bloqueamos, então partiu para o skype, bloqueamos, então para o gmail, bloqueamos, então para sites de esporte.... Até que percebemos que o problema não estava nos sites ou nas ferramentas mas no cara, e depois de muita conversa com ele sem resultados, o cara foi desligado da empresa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é cara, já tive uma experiência parecida.<br />
Começamos a bloqueando o orkut porque tinha &#8220;um cara&#8221; que saia de lá, então ele começou a usar msn, bloqueamos, então partiu para o skype, bloqueamos, então para o gmail, bloqueamos, então para sites de esporte&#8230;. Até que percebemos que o problema não estava nos sites ou nas ferramentas mas no cara, e depois de muita conversa com ele sem resultados, o cara foi desligado da empresa.</p>
]]></content:encoded>
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