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	<title>codificando.com &#187; pragmatic</title>
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	<description>Desenvolvimento de Software com qualidade</description>
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		<title>Experiência do Usuário sob a ótica do usuário</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 18:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última semana, estive passeando de férias em Natal/RN. Foi uma semana de muita diversão. Apesar disso, vivi algumas situações que me fizeram refletir sobre a experiência do usuário, mas não somente focado na nossa área de TI, mas num &#8230; <a href="http://codificando.com/2011/04/experincia-usurio-sob-tica-usurio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana, estive passeando de férias em Natal/RN. Foi uma semana de muita diversão. Apesar disso, vivi algumas situações que me fizeram refletir sobre a experiência do usuário, mas não somente focado na nossa área de TI, mas num âmbito geral, atuando como o próprio usuário/cliente.</p>
<p>Em um dos dias do passeio, resolvi jantar com a minha esposa e um casal de amigos numa pizzaria famosa da região. A pizzaria era bem indicada, tem um website bem legal e tudo que tem direito. Com uma estrutura linda, uma faixada de dar inveja, toda em madeira, com um lugar bem estilizado e com direito a música ao vivo. Para minha surpresa, a pizza não era a das melhores. Eu até sai satisfeito, mas a minha esposa não gostou e acabou nem comendo tudo. De fato a pizza não era tão boa.</p>
<p>No dia seguinte, saímos novamente para comer a noite, mas dessa vez tinha que ser algo rápido, pois era necessário dormir cedo devido ao voo ser as 5 da manhã do dia seguinte. Perguntamos ao recepcionista da pousada se havia algum lugar por perto onde tinha lanche e ele nos indicou comer uma Pizza (novamente ?!?) ali bem próximo, no quarteirão seguinte. Ele também disse que os donos da pousada eram frequentadores. Depois que ele nos explicou onde ficava a pizzaria, saímos a pé mesmo pois era muito perto. Chegando em frente ao local, percebemos ser um lugar bem simples, ao ponto de nos fazer pensar se era aquele realmente o lugar que os donos da pousada frequentavam. Para ter uma idéia, nem lembro de como era a fachada/letreiro/etc. O recepcionista do hotel havia dito que esse lugar servia apenas pizzas individuais (um pouco maior que uma pizza brotinho) e confirmamos isso, tenho assim certeza que estávamos no lugar certo. Olhei o cardápio e vi que tudo era bem barato. Fizemos o pedido e aguardamos. A pizza era simplesmente muito gostosa. Muito mesmo. Em poucos lugares eu comi uma pizza tão gostosa por um preço tão barato. E olha que não é questão de custo/benefício. Se a pizza fosse mais cara que na outra pizzaria eu pagaria certamente, mesmo sendo uma pizza menor. Saímos dali muito satisfeitos e entendi o motivo que fazia os donos da pousada frequentarem aquele local. Por sinal, nem lembro o nome do lugar, mas lembro exatamente onde fica e se eu voltar algum dia a Natal certamente irei nessa pizzaria. E o que raios essa pizza tem a ver com experiência do usuário?</p>
<p>Essa minha passagem pelas pizzarias não foi premeditada, simplesmente aconteceu. Como cliente (ou usuário se você preferir), fiquei mais satisfeito com a pizzaria mais simples do que com a pizzaria mais bonita, requintada, que tinha website e tudo mais. E por que eu gostei da mais simples? Será que é por que eu não gosto de coisas requintadas? Claro que não. Eu gostei do lugar simples porque eles me serviram uma pizza melhor. O mais importante de uma pizzaria é a pizza ser gostosa ora bolas. Não adianta ter uma cadeira linda, usar um iPad pra fazer pedidos, guardanapo imperial e talher de outro se a pizza não for saborosa. É simples assim. E o que isso tem a ver com a nossa área?</p>
<p>Vamos pensar nas aplicações que fazemos no dia a dia. O Youtube, por exemplo, tem um site bem simples. Não considero o site deles uma obra de arte, muito pelo contrário. O player de vídeos deles provavelmente é um dos mais simples e feios que existem na web. Então por que será que ele é um produto de sucesso? Simples: o youtube da muita importância para o que tem realmente valor para o usuário do site deles, que é ver e compartilhar vídeos. É muito simples enviar um vídeo e mais simples ainda ver videos. Qualquer leigo consegue fazer isso. O player de vídeos deles funciona perfeitamente bem, apesar de não ter uma aparência linda. E o usuário se importa com essa aparência não muito bonita? Alguma vez você pensou em deixar de acessar o Youtube porque o site não é lá tão bonito? Acredito que não. Eu poderia citar diversos exemplos de produtos de sucesso que são extremamente simples e as vezes feios mas que são sucesso exatamente por focarem na necessidade do usuário, mas nem preciso citar porque acho que já deu pra entender onde eu quero chegar.</p>
<p>Parece chover no molhado, mas é impressionante o número de vezes que me pego discutindo ou observando discussões sobre se um site/aplicação precisa de borda arredondada, gradiente, se o cinza está um pouco mais claro ou escuro, ou se o botão está 1 píxel pra direita ou pra baixo, quando por vezes o que tem mais valor para o usuário nem está ótimo ainda. Não que esses detalhes não tenham importância, muito pelo contrário. O ponto aqui é que o foco deve estar primeiro no core business e depois nos acessórios. É o exemplo da pizzaria. Me lixei pra decoração linda, música ao vivo e requinte da primeira pizzaria, pois a pizza não era tão boa (se fosse certamente eu voltaria). Ao meu ver eles se preocuparam demais com coisas secundárias e esqueceram de contratar ótimos pizzaiolos. Certamente me lembrarei muito mais da segunda pizzaria, que era um lugar bem mais simples mas tinha uma deliciosa pizza.</p>
<p>Pra finalizar, pense um pouco sobre os motivos que fazem do iPhone um produto de sucesso. Provavelmente você perceberá que um dos menos relevantes é a sua beleza.
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		<title>Volta das férias, RubyConf Brasil e um pouco de NodeJS</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 16:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[nodejs]]></category>
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		<description><![CDATA[No final do mês de outubro e no início do mês de novembro tirei um tempo de férias (todo mundo precisa, rs). Nesse tempo eu evitei ao máximo me envolver com trabalho, mas algumas atividades foram inevitáveis até porque já &#8230; <a href="http://codificando.com/2010/11/volta-das-frias-rubyconf-brasil-um-pouco-de-node/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final do mês de outubro e no início do mês de novembro tirei um tempo de férias (todo mundo precisa, rs). Nesse tempo eu evitei ao máximo me envolver com trabalho, mas algumas atividades foram inevitáveis até porque já estavam programadas.</p>
<p>Nos dias 26 e 27 de outubro, participei do <a href="http://www.rubyconf.com.br/" target="_blank">RubyConf Brasil</a> e <a href="http://www.rubyconf.com.br/pt-BR/pages/speakers#emerson_macedo" target="_blank">apresentei a palestra &#8220;Beyond Ruby With NodeJS&#8221;</a>, onde basicamente eu falo sobre a repetição do erro em tentar tornar uma tecnologia boa em uma panaceia. Eu sou um rubista convicto e curto muito a tecnologia, mas como já <a href="http://codificando.com/2010/02/nao-se-apaixone-pela-sua-tecnologia/" target="_blank">falei tempos atrás aqui mesno nesse blog</a>, não creio ser Ruby/Rails a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/No_Silver_Bullet" target="_blank">bala de prata</a> que tanto procuramos (e certamente não acharemos). Os slides seguem abaixo e em breve o <a href="http://www.rubyconf.com.br/pt-BR/videos" target="_blank">vídeo estará disponível no site do evento</a>.</p>
<div id="__ss_5584999" style="width: 425px;"><strong><a title="Beyond Ruby with NodeJS - RubyConf Brasil 2010" href="http://www.slideshare.net/emerleite/beyond-ruby-with-nodejs-rubyconf-brasil-2010">Beyond Ruby with NodeJS &#8211; RubyConf Brasil 2010</a></strong><object id="__sse5584999" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=palestrarubyconf-101027130357-phpapp01&amp;stripped_title=beyond-ruby-with-nodejs-rubyconf-brasil-2010&amp;userName=emerleite" /><param name="name" value="__sse5584999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse5584999" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=palestrarubyconf-101027130357-phpapp01&amp;stripped_title=beyond-ruby-with-nodejs-rubyconf-brasil-2010&amp;userName=emerleite" name="__sse5584999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/emerleite">Emerson Macedo</a>.</div>
</div>
<p>Passado alguns dias, lancei o <a href="http://nodecasts.org/#episode-2" target="_blank">segundo episódio</a> do <a href="http://nodecasts.org" target="_blank">NodeCasts</a>, um site de screencasts em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/High-definition_video" target="_blank">HD</a> sobre <a href="http://nodejs.org/" target="_blank">NodeJS</a>. O ritmo ainda está um pouco lento, pois a idéia inicial era fazer um screencast a cada 15 dias, mas acabei percebendo que fazer <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Screencast" target="_blank">screencasts</a> bem produzidos e com qualidade, sem pausas estranhas e outros detalhes mais que geram um resultado legal da um bocado de trabalho e não é uma tarefa tão simples. Estou aprimorando o processo de produção pra eu poder lançar um a cada 15 dias sem problemas. Se quiser curtir o <a href="http://nodecasts.org/#episode-2" target="_blank">episódio 2</a> ou <a href="http://nodecasts.org/#episode-1" target="_blank">episódio 1</a> basta clicar no texto linkado. Os screencasts são todos em inglês e colaboradores para tradução são sempre bem vindos e receberão os devidos créditos.</p>
<p>PS: A partir de hoje o blog retorna das férias <img src='http://codificando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
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		<title>Gerencie seu ambiente Ruby com RVM</title>
		<link>http://codificando.com/2010/07/gerencie-ambiente-ruby-rvm/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Introdução Ruby 1.8, Ruby 1.9, Rails 2, Rails 3, cada projeto usando diversas gems. Como isolar esses ambientes para evitar conflitos? Em Outubro de 2007, surgiu uma ferramenta chamada RVM, com o objetivo de criar ambientes isolados para desenvolver software &#8230; <a href="http://codificando.com/2010/07/gerencie-ambiente-ruby-rvm/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Introdução</strong></h3>
<p>Ruby 1.8, Ruby 1.9, Rails 2, Rails 3, cada projeto usando diversas gems. Como isolar esses ambientes para evitar conflitos?</p>
<p>Em Outubro de 2007, surgiu uma ferramenta chamada <a href="http://rvm.beginrescueend.com/">RVM</a>, com o objetivo de criar ambientes isolados para desenvolver software em Ruby, permitindo que programadores pudessem usar várias versões de Ruby e Gems numa mesma máquina de forma limpa e sem conflitos. O projeto vem se tornando mais popular este ano, e de fato tem se mostrado muito útil. A lista dos autores pode ser conferida <a href="http://beginrescueend.com/authors" target="_blank">aqui</a>.</p>
<h3><strong>Instalação</strong></h3>
<p>Para instalar o RVM, não é preciso muita coisa além de um ambiente POSIX (linux, bsd, etc). Eu instalei no meu Mac sem problemas. Eu acho que a única coisa que não vem por padrão que você precisa instalar é o <a href="http://git-scm.com/" target="_blank">git</a>, que é usado para instalar/atualizar o RVM e instalar/atualizar as versões de Ruby.</p>
<p>Dito isso, abra o terminal e execute o seguinte comando:</p>
<p><strong>$ bash &lt; &lt;( curl http://rvm.beginrescueend.com/releases/rvm-install-head )</strong></p>
<p>O procedimento não deve demorar mais que alguns minutos, dependendo da sua conexão. Em seguida, abra seu profile (.bash_profile, .profile, .bashrc, etc) e adicione as seguintes linhas:</p>
<p><strong>[[ -s "$HOME/.rvm/scripts/rvm" ]] &amp;&amp; source &#8220;$HOME/.rvm/scripts/rvm&#8221;<br />
PS1=&#8221;\$(~/.rvm/bin/rvm-prompt) $PS1&#8243;<br />
</strong><br />
A segunda linha é para que a versão do Ruby que você estiver usando apareça no prompt, caso contrário você vai precisar ficar verificando a todo momento qual versão você está usando e isso pode ser bem chato.</p>
<p>Em seguida, carregue o rvm (da próxima vez que abrir o shell isso não será mais necessário):</p>
<p><strong>$ source ~/.rvm/scripts/rvm</strong></p>
<p>Pronto, o RVM está instalado e é hora de começar a arrumar nosso ambiente.</p>
<h3><strong>Instalando versões de Ruby</strong></h3>
<p>A partir do RVM, é possível instalar qualquer implementação Ruby. Por exemplo, podemos instalar o Ruby, Ruby Enterprise e o Jruby. Para uma lista completa acesse <a href="http://rvm.beginrescueend.com/interpreters/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Nesse tutorial, vamos instalar o ruby 1.8.7 . Execute o comando abaixo no terminal:</p>
<p><strong>$ rvm install 1.8.7</strong></p>
<p>1.8.7 é um atalho para o último patchlevel da verão 1.8.7 do Ruby. Em geral, isso funciona para todas as versões. A instalação demora um pouquinho, mas nada absurdo, portanto vá tomar um café e volte. Após o termino, &#8220;entre&#8221; no ambiente do Ruby instalado.</p>
<p><strong>$ rvm &#8211;default 1.8.7</strong></p>
<p>Nesse momento, você entrou no Ruby 1.8.7 e definiu essa VM como default no RVM.</p>
<p>Para voltar ao Ruby do systema (fora da RVM), basta ir no shell e digital:</p>
<p><strong>$ rvm use system</strong></p>
<p>Para listar as VMs instaladas (ou Rubies como preferem os criadores e como chamaremos a partir de agora), basta digitar:</p>
<p><strong>$ rvm list</strong></p>
<p>Escolha a Rubie e use-a conforme o exemplo abaixo:</p>
<p><strong>$ rvm use 1.8.7</strong></p>
<h3><strong>Instalando as Gems</strong></h3>
<p>Uma das manias que a maioria dos Rubistas tem é instalar as gems usando sudo. Isso hoje em dia é considerado má prática. Ainda mais com RVM, já que a intenção é criar uma espécie de SANDBOX por usuário/aplicação, conforme veremos a seguir.</p>
<p>Primeiramente vamos ver as gems que estão instaladas na nova Rubie. O comando é o já conhecido gem list. Ao rodar esse comando na Rubie instalada pelo RVM, você pode ter a impressão que suas gems sumiram, mas na verdade isso é exatamente o esperado, pois cada Rubie tem seu ambiente totalmente isolado. Para ter uma idéia, rode o seguinte comando e veja o output:</p>
<p><strong>$ rvm info</strong></p>
<p>O output fornece toda a informação sobre o ambiente dessa Rubie que está sendo usada no momento. Observe bem a linha home: \n gem:. Nela você verá onde estão sendo instaladas as gems. Repare que ele cria uma estrutura de diretórios sugestiva para você manter suas gems bem isoladas. A estrutura é a seguinte:</p>
<p><strong>~/.rvm/gems/{Rubie@Gemset}/</strong></p>
<p>Todas as gems serão instaladas nesse diretório. Não estranhe o <strong>@Gemset</strong>, falaremos dele adiante.</p>
<p>Vamos então instalar o Rails nessa Rubie. Não use sudo pelo amor de Deus <img src='http://codificando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>$ gem install rails &#8211;no-ri &#8211;no-rdoc</strong></p>
<p>Depois execute um gem list para ver seu ambiente instalado. Se quiser, execute rvm system e veja que suas gems no ruby do sistema provavelmente são totalmente diferentes.</p>
<h3><strong>Gemsets</strong></h3>
<p>Vamos falar agora do tal @Gemset que eu coloquei na estrutura. Gemsets é uma forma de criar uma SANDBOX mais &#8220;profunda&#8221;. Em um primeiro momento pode parecer desnecessário, mas se você pensar que pode ter mais de um projeto por Rubie e não quer que as gems deles se misturem nem gerem algum tipo de conflito, essa estrutura passa a fazer todo sentido.</p>
<p>Supunha que você tenha um projeto chamado blog. Para criar uma gemset (e entrar nele) para esse projeto basta executar o seguinte comando:</p>
<p><strong>$ rvm gemset create blog &amp;&amp; rvm gemset use blog</strong></p>
<p>Feito isso você verá que no seu prompt (se você fez essa configuração de instalação) estará aparecendo da seguinte forma: <strong>rubie@gemset</strong>. Rode o comando gemlist e verá que novamente suas gems que foram instaladas na Rubie sumiram. Mais uma vez isso é esperado, pois acabamos de criar uma nova SANDBOX para esse projeto específico. Nesse momento, basta instalar suas gems nessa gemset que seu projeto terá um ambiente totalmente isolado.</p>
<p>Se você executar o rvm info, verá que a home das suas gems está com um path diferente do anterior, pois o rvm criou um diretório para a Ruby com a nova Gemset, deixando tudo muito bem organizado.</p>
<p>Existem algumas gems que todos os projetos podem precisar, como Rake e Capistrano. Não seria uma boa idéia instalar essas gems em cada gemset. O RVM nos dá uma ajuda nesse sentido, criando uma gemset global, permitindo compartilhar gems entre todas as gemsets de uma Rubie. Para instalar uma gem nessa gemset basta mudar para ela e installar, como já vimos anteriormente. Vamos a um exemplo:</p>
<p><strong>$ rvm gemset use global<br />
$ gem install capistrano capistrano-ext &#8211;no-ri &#8211;no-rdoc</strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Pronto, essas gems não precisam mais ser instaladas para cada projeto novo que você for rodar nessa Rubie.</span></p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>O Ruby Version Manager é uma ferramenta muito interessante para gerênciar seu ambiente Ruby. Ter vários Rubies instalado se torna cada vez mais comum, pois os projetos antigos precisam ser mantidos e novos projetos surgem, usando Rubies mais novos. O uso dos gemsets para isolar as gems também faz toda a diferença, evitando diversas dores de cabeça e deixando o ambiente organizado e limpo. Vale a pena experimentar.</p>
<h3><strong>&lt;&lt; UPDATE &gt;&gt;<strong> </strong></strong></h3>
<p><strong><strong><span style="font-weight: normal;">Tem um comando importante que não abordei que é o </span>rvm list known<span style="font-weight: normal;"> que mostra as opções de Rubies disponíveis para instalação. Créditos ao <a href="http://twitter.com/rodvlopes" target="_blank">Rodrigo Lopes</a>.</span></strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong>
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		<title>No Limite, Lata Velha e uma plataforma que nasce</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 14:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem é telespectador da TV Globo já está acostumado com os diversos programas de TV que oferecem a oportunidade de participação ao público. Geralmente esses programas abrem uma inscrição através do envio de uma carta ao programa, email, download de &#8230; <a href="http://codificando.com/2010/05/no-limite-lata-velha-e-uma-plataforma-que-nasce/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é telespectador da <a href="http://redeglobo.globo.com/" target="_blank">TV Globo</a> já está acostumado com os diversos programas de TV que oferecem a oportunidade de participação ao público. Geralmente esses programas abrem uma inscrição através do envio de uma carta ao programa, email, download de um formulário para preenchimento, etc.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://codificando.com/wp-content/uploads/2010/05/nolimite.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-356" title="nolimite" src="http://codificando.com/wp-content/uploads/2010/05/nolimite.png" alt="" width="648" height="176" /></a></p>
<p>Nos últimos anos, alguns sistemas foram construídos para melhorar esse canal de casting (i.e seleção de pessoas)desses programas para a <a href="http://redeglobo.globo.com/" target="_blank">TV Globo</a>. Porém, a cada iniciativa nova de casting por parte de um programa, era necessário criar um novo sistema de acordo com as necessidades. Até ai tudo bem, afinal de contas cada programa tem uma necessidade específica. Por muito tempo, usamos também o nosso <a href="http://8p.com.br" target="_blank">8p</a> para ajudar nesse sentido, inclusive para clientes importantes, como <a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/Brasileirao/musa/0,,16810,00.html" target="_blank">Musas do Brasileirão</a> e <a href="http://bbb.globo.com/" target="_blank">Big Brother Brasil</a>.</p>
<p>Passado algum tempo, percebemos alguma semelhança entre as iniciativas de casting. Em sua maioria, a opção era um formulário de perguntas e respostas e o envio de um vídeo. Sendo assim, resolvemos desenvolver uma solução para possibilitar o cliente criar uma nova campanha de casting em alguns dias.</p>
<p>De toda essa experiência, criamos um projeto chamado Plataforma de Participações, com o objetivo de oferecer aos nossos clientes da TV essa forma simples de criar campanhas. Basicamente quem monta uma campanha hoje pode escolher se tem formulário, vídeo ou ambos e pode fazer uma definição completa do seu formulário (caso exista), configurando cada pergunta e seu tipo de resposta, precisando de pouca ajuda técnica para colocar sua campanha de casting no ar. Cada cliente também personaliza seu header, preservando assim a identidade visual da sua marca.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-357" title="lata_velha" src="http://codificando.com/wp-content/uploads/2010/05/lata_velha.png" alt="" width="645" height="167" /></p>
<p>Como todo produto ágil, existem outras features no backlog para atenderem algumas demandas dos nossos clientes.</p>
<p>Nossos primeiros clientes são o <a href="http://nolimite.globo.com/inscricao/2010/04/30/inscricoes-internet/">No Limite</a> e o <a href="http://tvglobo.caldeiraodohuck.globo.com/participe/2010/04/29/o-seu-carro-esta-caindo-aos-pedacos-a-gente-da-um-jeito/" target="_blank">Lata Velha</a> do <a href="http://caldeiraodohuck.globo.com/" target="_blank">Caldeirão do Huck</a> que já estão no ar há algumas semanas e mostrando que essa Plataforma de Participações tem se comportado muito bem nesse começo.
<p><font color="#B4B4B4" size="-2">Post Footer automatically generated by <a href="http://www.freetimefoto.com/add_post_footer_plugin_wordpress" style="color: #B4B4B4; text-decoration:underline;">Add Post Footer Plugin</a> for wordpress.</font></p>
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