<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>codificando.com &#187; jruby</title>
	<atom:link href="http://codificando.com/category/jruby/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://codificando.com</link>
	<description>Desenvolvimento de Software com qualidade</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Jul 2010 21:28:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Gerencie seu ambiente Ruby com RVM</title>
		<link>http://codificando.com/2010/07/gerencie-ambiente-ruby-rvm/</link>
		<comments>http://codificando.com/2010/07/gerencie-ambiente-ruby-rvm/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[jruby]]></category>
		<category><![CDATA[pragmatic]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[rvm]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=461</guid>
		<description><![CDATA[Introdução Ruby 1.8, Ruby 1.9, Rails 2, Rails 3, cada projeto usando diversas gems. Como isolar esses ambientes para evitar conflitos? Em Outubro de 2007, surgiu uma ferramenta chamada RVM, com o objetivo de criar ambientes isolados para desenvolver software &#8230; <a href="http://codificando.com/2010/07/gerencie-ambiente-ruby-rvm/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Introdução</strong></h3>
<p>Ruby 1.8, Ruby 1.9, Rails 2, Rails 3, cada projeto usando diversas gems. Como isolar esses ambientes para evitar conflitos?</p>
<p>Em Outubro de 2007, surgiu uma ferramenta chamada <a href="http://rvm.beginrescueend.com/">RVM</a>, com o objetivo de criar ambientes isolados para desenvolver software em Ruby, permitindo que programadores pudessem usar várias versões de Ruby e Gems numa mesma máquina de forma limpa e sem conflitos. O projeto vem se tornando mais popular este ano, e de fato tem se mostrado muito útil. A lista dos autores pode ser conferida <a href="http://beginrescueend.com/authors" target="_blank">aqui</a>.</p>
<h3><strong>Instalação</strong></h3>
<p>Para instalar o RVM, não é preciso muita coisa além de um ambiente POSIX (linux, bsd, etc). Eu instalei no meu Mac sem problemas. Eu acho que a única coisa que não vem por padrão que você precisa instalar é o <a href="http://git-scm.com/" target="_blank">git</a>, que é usado para instalar/atualizar o RVM e instalar/atualizar as versões de Ruby.</p>
<p>Dito isso, abra o terminal e execute o seguinte comando:</p>
<p><strong>$ bash &lt; &lt;( curl http://rvm.beginrescueend.com/releases/rvm-install-head )</strong></p>
<p>O procedimento não deve demorar mais que alguns minutos, dependendo da sua conexão. Em seguida, abra seu profile (.bash_profile, .profile, .bashrc, etc) e adicione as seguintes linhas:</p>
<p><strong>[[ -s "$HOME/.rvm/scripts/rvm" ]] &amp;&amp; source &#8220;$HOME/.rvm/scripts/rvm&#8221;<br />
PS1=&#8221;\$(~/.rvm/bin/rvm-prompt) $PS1&#8243;<br />
</strong><br />
A segunda linha é para que a versão do Ruby que você estiver usando apareça no prompt, caso contrário você vai precisar ficar verificando a todo momento qual versão você está usando e isso pode ser bem chato.</p>
<p>Em seguida, carregue o rvm (da próxima vez que abrir o shell isso não será mais necessário):</p>
<p><strong>$ source ~/.rvm/scripts/rvm</strong></p>
<p>Pronto, o RVM está instalado e é hora de começar a arrumar nosso ambiente.</p>
<h3><strong>Instalando versões de Ruby</strong></h3>
<p>A partir do RVM, é possível instalar qualquer implementação Ruby. Por exemplo, podemos instalar o Ruby, Ruby Enterprise e o Jruby. Para uma lista completa acesse <a href="http://rvm.beginrescueend.com/interpreters/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Nesse tutorial, vamos instalar o ruby 1.8.7 . Execute o comando abaixo no terminal:</p>
<p><strong>$ rvm install 1.8.7</strong></p>
<p>1.8.7 é um atalho para o último patchlevel da verão 1.8.7 do Ruby. Em geral, isso funciona para todas as versões. A instalação demora um pouquinho, mas nada absurdo, portanto vá tomar um café e volte. Após o termino, &#8220;entre&#8221; no ambiente do Ruby instalado.</p>
<p><strong>$ rvm &#8211;default 1.8.7</strong></p>
<p>Nesse momento, você entrou no Ruby 1.8.7 e definiu essa VM como default no RVM.</p>
<p>Para voltar ao Ruby do systema (fora da RVM), basta ir no shell e digital:</p>
<p><strong>$ rvm use system</strong></p>
<p>Para listar as VMs instaladas (ou Rubies como preferem os criadores e como chamaremos a partir de agora), basta digitar:</p>
<p><strong>$ rvm list</strong></p>
<p>Escolha a Rubie e use-a conforme o exemplo abaixo:</p>
<p><strong>$ rvm use 1.8.7</strong></p>
<h3><strong>Instalando as Gems</strong></h3>
<p>Uma das manias que a maioria dos Rubistas tem é instalar as gems usando sudo. Isso hoje em dia é considerado má prática. Ainda mais com RVM, já que a intenção é criar uma espécie de SANDBOX por usuário/aplicação, conforme veremos a seguir.</p>
<p>Primeiramente vamos ver as gems que estão instaladas na nova Rubie. O comando é o já conhecido gem list. Ao rodar esse comando na Rubie instalada pelo RVM, você pode ter a impressão que suas gems sumiram, mas na verdade isso é exatamente o esperado, pois cada Rubie tem seu ambiente totalmente isolado. Para ter uma idéia, rode o seguinte comando e veja o output:</p>
<p><strong>$ rvm info</strong></p>
<p>O output fornece toda a informação sobre o ambiente dessa Rubie que está sendo usada no momento. Observe bem a linha home: \n gem:. Nela você verá onde estão sendo instaladas as gems. Repare que ele cria uma estrutura de diretórios sugestiva para você manter suas gems bem isoladas. A estrutura é a seguinte:</p>
<p><strong>~/.rvm/gems/{Rubie@Gemset}/</strong></p>
<p>Todas as gems serão instaladas nesse diretório. Não estranhe o <strong>@Gemset</strong>, falaremos dele adiante.</p>
<p>Vamos então instalar o Rails nessa Rubie. Não use sudo pelo amor de Deus <img src='http://codificando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>$ gem install rails &#8211;no-ri &#8211;no-rdoc</strong></p>
<p>Depois execute um gem list para ver seu ambiente instalado. Se quiser, execute rvm system e veja que suas gems no ruby do sistema provavelmente são totalmente diferentes.</p>
<h3><strong>Gemsets</strong></h3>
<p>Vamos falar agora do tal @Gemset que eu coloquei na estrutura. Gemsets é uma forma de criar uma SANDBOX mais &#8220;profunda&#8221;. Em um primeiro momento pode parecer desnecessário, mas se você pensar que pode ter mais de um projeto por Rubie e não quer que as gems deles se misturem nem gerem algum tipo de conflito, essa estrutura passa a fazer todo sentido.</p>
<p>Supunha que você tenha um projeto chamado blog. Para criar uma gemset (e entrar nele) para esse projeto basta executar o seguinte comando:</p>
<p><strong>$ rvm gemset create blog &amp;&amp; rvm gemset use blog</strong></p>
<p>Feito isso você verá que no seu prompt (se você fez essa configuração de instalação) estará aparecendo da seguinte forma: <strong>rubie@gemset</strong>. Rode o comando gemlist e verá que novamente suas gems que foram instaladas na Rubie sumiram. Mais uma vez isso é esperado, pois acabamos de criar uma nova SANDBOX para esse projeto específico. Nesse momento, basta instalar suas gems nessa gemset que seu projeto terá um ambiente totalmente isolado.</p>
<p>Se você executar o rvm info, verá que a home das suas gems está com um path diferente do anterior, pois o rvm criou um diretório para a Ruby com a nova Gemset, deixando tudo muito bem organizado.</p>
<p>Existem algumas gems que todos os projetos podem precisar, como Rake e Capistrano. Não seria uma boa idéia instalar essas gems em cada gemset. O RVM nos dá uma ajuda nesse sentido, criando uma gemset global, permitindo compartilhar gems entre todas as gemsets de uma Rubie. Para instalar uma gem nessa gemset basta mudar para ela e installar, como já vimos anteriormente. Vamos a um exemplo:</p>
<p><strong>$ rvm gemset use global<br />
$ gem install capistrano capistrano-ext &#8211;no-ri &#8211;no-rdoc</strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Pronto, essas gems não precisam mais ser instaladas para cada projeto novo que você for rodar nessa Rubie.</span></p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>O Ruby Version Manager é uma ferramenta muito interessante para gerênciar seu ambiente Ruby. Ter vários Rubies instalado se torna cada vez mais comum, pois os projetos antigos precisam ser mantidos e novos projetos surgem, usando Rubies mais novos. O uso dos gemsets para isolar as gems também faz toda a diferença, evitando diversas dores de cabeça e deixando o ambiente organizado e limpo. Vale a pena experimentar.</p>
<h3><strong>&lt;&lt; UPDATE &gt;&gt;<strong> </strong></strong></h3>
<p><strong><strong><span style="font-weight: normal;">Tem um comando importante que não abordei que é o </span>rvm list known<span style="font-weight: normal;"> que mostra as opções de Rubies disponíveis para instalação. Créditos ao <a href="http://twitter.com/rodvlopes" target="_blank">Rodrigo Lopes</a>.</span></strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong>
<p><font color="#B4B4B4" size="-2">Post Footer automatically generated by <a href="http://www.freetimefoto.com/add_post_footer_plugin_wordpress" style="color: #B4B4B4; text-decoration:underline;">Add Post Footer Plugin</a> for wordpress.</font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://codificando.com/2010/07/gerencie-ambiente-ruby-rvm/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rails Summit 2009 &#8211; Resumo</title>
		<link>http://codificando.com/2009/10/rails-summit-2009-resumo/</link>
		<comments>http://codificando.com/2009/10/rails-summit-2009-resumo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[bdd]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[jruby]]></category>
		<category><![CDATA[rails]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[tdd]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=238</guid>
		<description><![CDATA[O Rails Summit terminou. Foi um evento bem legal, com ótimas palestras e a galera de sempre, que já conhecemos. Vou fazer um resumo das palestras que assisti. Chad Fowler &#8211; http://chadfowler.com A palestra do Chad foi como sempre focada &#8230; <a href="http://codificando.com/2009/10/rails-summit-2009-resumo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rails Summit terminou. Foi um evento bem legal, com ótimas palestras e a galera de sempre, que já conhecemos.</p>
<p>Vou fazer um resumo das palestras que assisti.</p>
<p><strong>Chad Fowler &#8211; <a href="http://chadfowler.com">http://chadfowler.com</a><br />
</strong></p>
<p>A palestra do Chad foi como sempre focada em carrreia. Ele advertiu os desenvolvedores que produzem porcaria todo dia sem peso algum na consciência. Ele pensa (e eu também) que nós não devemos investir tempo desnvolvendo coisas que já sabemos que são porcaria. E isso não é pessimismo, simplesmente é não perder tempo.</p>
<p>Chad falou também sobre os FUDs que sempre usam contra Ruby/Rails. Isso não foi nenhuma novidade mas ele abordou de forma bem divertida e valeu muto a pena.</p>
<p>Uma das partes mais legais foi a estatística mostrando que Ruby só faz parte de 6% da requisição do usuário. Na verdade não só ruby, mas outra tecnologia também. Isso bom para refletirmos sobre as discussões sobre performance e escalabilidade das aplicações web.</p>
<p><strong>Gregg Pollack &#8211; <a href="http://envlabs.com">http://envlabs.com</a><br />
</strong></p>
<p>O foco da palestra do gregg foi sobre como atacar alguns pontos para o otimizar sua aplicação Rails. Dentre as formas, ele apresentou algumas gems/plugins que ajudam a identificar alguns pontos para melhoria de performance em uma aplicação. Vou destacar algumas:</p>
<ul>
<li>Bullet &#8211; Ajuda a identificar queries com alguns problemas. Ex: N + 1</li>
<li>Rails Indexes &#8211; Identifica colunas onde deveriam ter índices. Se baseia nas buscas do sistema.</li>
<li>Scrooge &#8211; Faz com que o ActiveRecord passe a buscar somente os campos que estão sendo usados, ao invés de buscar todos os campos. Ex: em um find(:all), após a primeira execução, o scrooge identifica quais campos foram usados e ná próxima vez modifica a query para não buscar os campos desnecessários.</li>
<li>Rack Bug &#8211; É uma Monitor para aplicações Rack. Fornece basicamente todas as informações. Sessões, CPU, Memória, etc. Bem útil</li>
<li>oink &#8211; Mostra detalhes dos requests de cada controller. Ex: consumo de memória.</li>
<li>Cloud Crowd &#8211; Servidor para rodar tarefas em background. Feito em sinatra.</li>
</ul>
<p><strong>Ilya Grigorik &#8211; <a href="http://www.igvita.com/about/">http://www.igvita.com/about/</a><br />
</strong></p>
<p>Ilya falou sobre integração/comunicação de aplicações baseadas em web, utilizando-se de tecnologias como XMPP, AMQP, Webhooks, PubsubHubbub. Foi bem interessante, pois a maioria do auditório conhecia pouco sobre o assunto.</p>
<p><strong>Fabio Akita &#8211; <a href="http://akitaonrails.com">http://akitaonrails.com</a><br />
</strong></p>
<p>A palestra do akita foi sobre agile. Ele falou bastante sobre a teoria do caos, sistemas complexos e a evolução das coisas. No fim, o recado maior foi alertar que agile não é o último estágio no desenvolvimento de software, deixando claro que temos (e vamos) que evoluir ainda mais.</p>
<p><strong>Glenn Vanderburg &#8211; <a href="http://blog.thinkrelevance.com">http://blog.thinkrelevance.com</a><br />
</strong></p>
<p>Palestra sobre o framework Tarantula, que tem por objetivo fazer testes de ataques XSS, SQL Injection, entre outros. Achei bem interessante, pois é possível automatizar esse passo, que geralmente fazemos manualmente. Glenn inclusive sugeriu que faça parte do build antes de lançar um release.</p>
<p><strong>Fabio Kung &#8211; <a href="http://fabiokung.com/">http://fabiokung.com/</a><br />
</strong></p>
<p>Fabio fez uma ótima palestra sobre DSLs (Domain Specific Languages) internas usando Ruby. Ao invés de apresentar exemplos simples ele apresentou um exemplo real de uma necessidade de uma aplicação que trata de instâncias de máquinas na cloud da Locaweb.</p>
<p><strong>Carlos Vilella <a href="http://lixo.org">http://lixo.org</a><br />
</strong></p>
<p>Carlos fez uma palestra bem curta, falando sobre o uso de Ruby na Thoughtworks. Falou sobre os poucos projetos que falharam e deixou o restante do tempo para perguntas.</p>
<p><strong>Tapajós &#8211; <a href="http://tapajos.me/">http://tapajos.me/</a><br />
</strong></p>
<p>A palestra do Tapajós foi sobre bancos de dados não relacionais. Focado bastante em CouchDB e Rails, ele explorou algumas features chaves na utilização dessa abordagem de banco de dados, também fazendo uma curta palestra e deixando boa parte do tempo para perguntas.</p>
<p><strong>Bruno Miranda &#8211; Rails não escala</strong></p>
<p>Eu gostei muto da palestra do Bruno, apesar de achar que o que ele falou é básico para qualquer Arquiteto de Software experiente.  Bruno falou bastante sobre filas, sharding, Cache, Proxy reverso, otimização de queries e sobre rodar processos em background. Acho que a palestra dele foi válida pois qualquer um hoje em dia que aprende tecnologias como Rails sai fazendo aplicações sem um conhecimento mínimo de arquitetura de software. Quando as coisas não dão certo culpam a tecnologia, gerando FUDs.</p>
<p><strong>Vinicius Teles (<a href="http://improveit.com.br/">http://improveit.com.br/</a>) &#8211; Empreendorismo</strong></p>
<p>A palestra do Vinícius foi ótima para quem pretende desenvolver um produto e/ou abrir seu próprio negócio. Ele abordou pontos como Fluxo de Caixa, oportunidades vastas que existem no Brasil e o impacto de pequenas decisões certas ou erradas que tomamos na nossa vida profissional.</p>
<p><strong>Obie Fernandes &#8211; <a href="http://obiefernandez.com/">http://obiefernandez.com/</a><br />
</strong></p>
<p>A palestra do Obie encerrou o evento em grande estilo, falando sobre talento, esforço e reforçando bem <a href="http://codificando.com/2009/06/07/afinal-o-que-seria-um-profissional-senior/">o que eu disse há um tempo atrás nesse blog</a>. Não adianta você saber um monte de coisas se não souber bem, se não tiver experiência com isso, treino, treino e mais treino. Você só ganha nível com tempo e treino, isso é fato.</p>
<p>Pra finalizar, gostaria de parabenizar ao <a href="http://akitaonrails.com">Fabio Akita</a> e a <a href="http://www.locaweb.com.br">Locaweb</a> pelo excelente evento mais uma vez.</p>
<p>E ano que vem tem mais.
<p><font color="#B4B4B4" size="-2">Post Footer automatically generated by <a href="http://www.freetimefoto.com/add_post_footer_plugin_wordpress" style="color: #B4B4B4; text-decoration:underline;">Add Post Footer Plugin</a> for wordpress.</font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://codificando.com/2009/10/rails-summit-2009-resumo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JBehave Brasil &#8211; BDD em Java no nosso idioma</title>
		<link>http://codificando.com/2009/04/jbehave-brasil-bdd-em-java-no-nosso-idioma/</link>
		<comments>http://codificando.com/2009/04/jbehave-brasil-bdd-em-java-no-nosso-idioma/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 19:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[bdd]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[jruby]]></category>
		<category><![CDATA[pragmatic]]></category>
		<category><![CDATA[tdd]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>
		<category><![CDATA[tools]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[xp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://codificando.com/?p=67</guid>
		<description><![CDATA[No mês passado, resolvi aplicar BDD em um projeto Java que estava desenvolvendo. Atualmente, existem ferramentas em outras linguagens que podem ser usadas para esse fim. Por uma série de razões, resolvi usar o JBehave para resolver o meu problema &#8230; <a href="http://codificando.com/2009/04/jbehave-brasil-bdd-em-java-no-nosso-idioma/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mês passado, resolvi aplicar <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Behavior_Driven_Development" target="_blank">BDD</a> em um projeto Java que estava desenvolvendo. Atualmente, existem <a href="http://wiki.github.com/aslakhellesoy/cucumber/jruby-and-java" target="_blank">ferramentas</a> em <a href="http://jtestr.codehaus.org/" target="_blank">outras linguagens</a> que podem ser usadas para esse fim. Por uma série de razões, resolvi usar o <a href="http://jbehave.org/" target="_blank">JBehave</a> para resolver o meu problema nesse projeto em específico (lembre-se, não existe bala de prata). Acontece que o JBehave é todo em Inglês e não dá suporte a i18n.</p>
<p>Quando comecei a usa-lo no meu projeto, logo percebi que usar em inglês não seria legal, pois o projeto só fazia sentido no Brasil e portanto o interessante era escrever os cenários em português. A partir desse momento, comecei a escrever algumas classes pra fornecer esse suporte. Felizmente, as classes <a href="http://jbehave.org/javadoc/latest/core/org/jbehave/scenario/Scenario.html">Scenario</a> e <a href="http://jbehave.org/javadoc/latest/core/org/jbehave/scenario/steps/Steps.html" target="_blank">Steps</a> permitem fácil extensão para resolver esse problema. Após as modificações necessárias, o arquivo de cenário passou a se chamar <strong>nome.cenario</strong> e o texto no arquivo ficou da seguinte forma:</p>
<pre class="brush: xml;">

Cenário: Nome em português do Brasil

Dado que eu quero rodar o Jbehave em português do Brasil
Quando eu usar o meu idioma
Então tudo deve funcionar perfeitamente
</pre>
<p>Feito isso, achei legal disponibilizar uma biblioteca para que outros desenvolvedores que precisem usar o <a href="http://jbehave.org/" target="_blank">JBehave</a> no nosso idioma possam faze-lo de forma trivial. Nesse momento nasceu o projeto <a href="http://github.com/emerleite/jbehave-br" target="_blank">jbehave-br</a>, extraido desse projeto e disponibilizado no GitHub <a href="http://github.com/emerleite/jbehave-br" target="_blank">aqui</a>. O projeto é muito simples e pequeno, com o objetivo de resolver especificamente esse problema e nada mais.</p>
<p>Depois de criar o projeto, pervebi que seria simples modifica-lo para posteriormente suportar qualquer idioma. Em breve estarei liberando essa nova versão. Por conta disso o projeto talvez mude de <a href="http://github.com/emerleite/jbehave-br" target="_blank">jbehave-br</a> para outro nome.
<p><font color="#B4B4B4" size="-2">Post Footer automatically generated by <a href="http://www.freetimefoto.com/add_post_footer_plugin_wordpress" style="color: #B4B4B4; text-decoration:underline;">Add Post Footer Plugin</a> for wordpress.</font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://codificando.com/2009/04/jbehave-brasil-bdd-em-java-no-nosso-idioma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JRuby on Rails no RioJUG</title>
		<link>http://codificando.com/2008/06/jruby-on-rails-no-riojug/</link>
		<comments>http://codificando.com/2008/06/jruby-on-rails-no-riojug/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 13:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[jruby]]></category>
		<category><![CDATA[pragmatic]]></category>
		<category><![CDATA[rails]]></category>
		<category><![CDATA[rest]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://emerleite.wordpress.com/?p=18</guid>
		<description><![CDATA[Na segunda-feira passada, tivemos uma palestra do Fábio Kung sobre JRuby on Rails no RioJUG. Basicamente foi um repeteco da palestra do Falando em Java 2008, a qual estive presente no dia 18/05 passado. A palestra foi extremamente importante para &#8230; <a href="http://codificando.com/2008/06/jruby-on-rails-no-riojug/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira passada, tivemos uma palestra do <a href="http://fabiokung.com/" target="_blank">Fábio Kung</a> sobre <a href="http://wiki.jruby.org/wiki/JRuby_on_Rails" target="_blank">JRuby on Rails</a> no <a href="http://riojug.org/" target="_blank">RioJUG</a>. Basicamente foi um repeteco da palestra do <a href="http://www.falandoemjava.com.br">Falando em Java 2008</a>, a qual estive presente no dia 18/05 passado.</p>
<p>A palestra foi extremamente importante para abrir os olhos de muita gente que acha que Java vai ser <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mainstream" target="_blank">Mainstream</a> pra sempre. Pelo que tenho percebido, o tempo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mainstream" target="_blank">Mainstream</a> de uma linguagem tem diminuído bastante nos últimos tempos. Antigamente uma lingagem ficava na moda por muito mais tempo que hoje.</p>
<p>Em fim, voltando a palestra, foi bem interessante ver uma visão arquitetural de alto nível do GUJ 3.0, observar as escolhas das gems, o problema com as gems nativas e os contornos utilizados.</p>
<p>A escolha de rodar o <a href="http://www.ruby-lang.org/" target="_blank">Ruby</a> na JVM, foi também um fator que foi muito falado durante a palestra. Os fatores principais foram a questão do compartilhamento de sessão entre os nós e o empacotamento do <a href="http://www.jforum.net/" target="_blank">JForum</a> junto na mesma aplicação, sem a necessidade de mágicas para não precisar de 2 logins.</p>
<p>Um fato que me surpreendeu até (já no <a href="http://www.falandoemjava.com.br">Falando em Java 2008</a>), foi quando o <a href="http://fabiokung.com/" target="_blank">Fábio</a> disse que a implementação <a href="http://jruby.codehaus.org/">JRuby</a> está sendo considerada a implementação com melhor performance. Isso é muito legal, o que mostra o esforço grande para se obter alternativas à linguagem Java. E o melhor de tudo foi saber que já dá pra rodar o bichinho no <a href="http://www.mortbay.org/jetty-6/">Jetty</a>, gerando a mesma produtividade encontrada na dupla Java/Jetty. O trabalho do <a href="http://fabiokung.com/" target="_blank">Fábio</a> foi tão fantástico no <a href="http://jetty-rails.rubyforge.org/" target="_blank">jetty_rails</a>, que no <a href="http://en.oreilly.com/rails2008/public/content/home" target="_blank">RailsConf2008</a>, <a href="http://en.oreilly.com/rails2008/public/schedule/speaker/21443">Jeremy Kemper</a> incluiu o <a href="http://jetty-rails.rubyforge.org/" target="_blank">jetty_rails</a> em seu Keynote. O próprio <a href="http://fabiokung.com/2008/05/31/jetty_rails-at-railsconf-2008/" target="_blank">Fábio falou sobre isso</a>.</p>
<p>Pra concluir, apesar do <a href="http://wiki.jruby.org/wiki/JRuby_on_Rails" target="_blank">JRuby on Rails</a> e das novas oportunidades que irão surgir, o que mais me deixou feliz foi ver um <a href="http://jetty-rails.rubyforge.org/" target="_blank">projeto brazuca</a> fazendo sucesso internacionalmente, no <a href="http://en.oreilly.com/rails2008/public/content/home" target="_blank">maior evento de Rails da atualidade</a>.
<p><font color="#B4B4B4" size="-2">Post Footer automatically generated by <a href="http://www.freetimefoto.com/add_post_footer_plugin_wordpress" style="color: #B4B4B4; text-decoration:underline;">Add Post Footer Plugin</a> for wordpress.</font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://codificando.com/2008/06/jruby-on-rails-no-riojug/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
